
É comum nos dias atuais, ouvirmos promessas mirabolantes por parte dos grandes caciques da política nacional, sendo proferidas pelos diversos meios de comunicação. E as promessas são tão grandes, que até o “santo” desconfia. Mas, lamentavelmente, os menos incautos são levados por esses argumentos fajutos. Uns, por não terem uma percepção mais acurada da forma demagógica de fazerem as promessas. Outros, pelo fato de terem necessidades presentes no recôndito do lar. Agora, vamos e venhamos. Por que o dizer é muito maior do que o fazer em nossos dias contemporâneos por pessoas com esse tipo de índole? Nesse singelo texto, não quero me prender a questões políticas. Cada macaco no seu galho. Quero falar um pouco sobre os principais opositores de Jesus durante o seu profícuo ministério terreno. Os fariseus faziam parte de uma das principais facções do judaísmo que causava um tremendo transtorno para o Senhor Jesus em seu ministério. Eles faziam exigências das mais impraticáveis aos seguidores dessa tendência religiosa. O Senhor Jesus os chamava de hipócritas (Lc. 12:1). Pois admitiam que os judeus devessem guardar cabalmente a Lei descrita por Moisés, só que eles mesmos (o clero farisaico), não cumpriam o que pregavam. Em (Mat. 23:27,33), Jesus os compara a sepulcros caiados e serpentes, denominação dada com consistência pelo mestre dos mestres, por condizer com uma das mais inescrupulosas práticas religiosas. Recentemente a mídia publicou um escândalo dado por um dos grandes figurões da política norte-america, considerado por alguns críticos como o campeão de hipocrisia. E, segundo uma das revistas mais notáveis de nosso país, ele “fazia do combate à prostituição sua bandeira, mas era freguês de caderno de um caríssimo clube de alegres moças. Nem o nome ele precisava dar: era o Cliente Número Nove. Flagrado, pediu desculpas e prometeu se comportar, como o moleque que roubou maçãs do quintal da vizinha”. Agora, chamando a minha e a sua atenção prezado leitor. Qual tem sido a distância entre o dizer e o fazer em nossas práticas diárias? Reflitamos nisso.
Por Evangelista José Carlos Parra
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